segunda-feira, 16 de março de 2009

Na Rota de Aquilino Ribeiro (Take 1)















Na pegada de Aquilino seguimos os trilhos da Gralheira para treparmos ao alvo desta aventura. 6 horas depois da partida estávamos a tocar no céu em plena harmonia com a Serra da Arada. Nesta expedição sobraram razões para repetir a tirada em jeito de clássica.
















Ao folhear o diário de bordo desta epopeia abrimos o livro na “GalP”, ponto de partida de todas as nossas montadas. Depois de feitas as verificações técnicas zarpámos com trinta minutos de
atraso (não, desta vez não foi o suspeito do costume a chegar depois da hora).
















Depois de acertados os Conta Km alinhámos as tinitas para os flashs da imprensa. Rumamos, então, em direcção a São Pedro do Sul.
















Ainda antes da partida oficial registámos a pose descontraída do nosso Benjamim fresquinho como uma casca.

















Na primeira secção desta etapa, rolamos a grande vapor pela linha dos caminhos de ferro. Paramos na antiga igreja de Bodiosa para cheirar as camelias que envolvem este lugar de culto.
















Penúltima morada para alguns dos habitantes este espaço foi abandonado mas não esquecido, pelo menos para os nossos pêlos que sempre que por aqui passam prestam homenagem aos seus proprietários.
















Passamos o túnel para deixar o concelho que nos viu nascer. De costas para Viseu começamos a descer para encontrar o Vouga 1.30 horas depois de termos iniciado esta secção.

Na antiga estação de Negrelos esbarramos com os famosos Vouginhas que embora recessos fizeram as delicias do pneu suplente do narrador desta viagem.
















Com os níveis de açúcar reajustados preparamos a tropa para o primeiro ataque desta tirada. Iniciamos a subida até ao Bioparque do Pisão pela estrada nacional 227. 8 Km de dificuldade moderada com pouco desnível deu para aquecer os músculos e por a mão à consciência.















No final da secção matinal esperava-nos o frondoso parque do Pisão que no seu cenário bucólico serviu de anfitrião ao nosso repasto.















Um espaço eco-lúdico localizado na freguesia de Carvalhais constitui um dos ex-líbris da região porque nos oferece novas formas de interagir com o ambiente e viver a montanha.
















O ambiente ideal para refrescar a alma e preparar os músculos para a cereja que nos esperava da parte de tarde.
















E desta vez o Pêlo Carlos não molhou as meias.





















Convivência perfeita entre atletas e animais selvagens peludos com chifres que pontificam nestas paragens numa simbiose natural.





















Sempre com preocupações ecológicas o repasto foi acompanhado de produtos naturais, água para os mais sequiosos e cevada para os machos do grupo. Na contabilidade dos panados ainda sobrou espaço para um magnifico chifon de chocolate caído na mesa sem contar. Por falar em contar, quanto dará 15 pães a dividir por 6 esfomedados pêlos?















No rescaldo do piquenique assentamos as barrigas numa confortável charrete na esperança que algum burro nos leva-se ao cimo desta jornada. Como o Scolari não chegou a tempo tivemos de montar nas éguas de serviço e rezar às nossas pernas para não fazerem sesta.















E assim começou a 2º Secção do dia. Sem mais demoras, ainda antes das 15 horas montamos nas tinitas para degustar a sobremesa que nos esperava. Digna de três estrelas michelin esta cereja teve predicados de coco, tal a dureaza do traçado que rasgava a serra que ousamos enfrentar. 600 metros de subida em "apenas" 8 km de estradão não nos deixa esquecer que estamos numa serra bem agreste.


































O último trajecto do dia desenha-se por entre paisagens naturais não humanizadas que se enraizam em ambientes ecologicos genuinos que caracterizam o património desta região.











































E ai foram estes saudáveis malucos mudança em mudança, desmultiplicação em desmultiplicação até chegarem ao primeiro dos primeiros carretos.















Pêlo Renato (Será que vai a pensar na sua nova Bike?)















Pêlo Carlos (será que já largou mais uma pinguita?)















Pêlão Chaves (Será que vai a fazer contas as panados que comeu?)















Pêlo Nandinho ( Será que vai a largar algum tipo de gás?)

Mas concentremos-nos no argumento desta secção:















Subimos...















Continuamos a Subir...















Subimos ainda mais...















Porra, será que é possível subir tanto?

Ao cimo do esforço contemplamos a raia do nosso contentamento. Voamos por horizontes longínquos para conseguir abarcar a leveza do nosso olhar. Sentimos o som do silencio que nos segreda a beleza de tais paisagens.
















1 hora depois de termos içado a ancora estávamos a chegar ao nosso porto de abrigo.
As Eólicas sopram-nos a boa noticia.






























55 Km, 4 horas e 900 metros de altitude depois de nos termos posto à estrada terminávamos a primeira etapa da rota Aquilino Ribeiro 2009.

Companhia agradável, Temperatura adequada, Paisagem deslumbrante
Um dia em cheio...

( To Be continue...)



Cenas da próxima etapa
















Não é montagem.
















O Paraíso afinal existe
















Quem sabe se não nos voltamos a encontrar num qualquer restaurante de Lafões.

Não percam o fio à meada. Continuem a acompanhar esta epopeia.
Aqui no sitio habitual dos PeloTeam.

2 comentários:

Pelo Renato disse...

Este Pelo Malta é uma máquina!

Boas fotos e texto ainda melhor.

Relativamente à minha bicla nova, tenho a dizer que parece que ainda não vai ser desta. Não chego a acordo com o Armando. Paciência!

jose gonçalves disse...

voçes estao uns profissionais, baki a pouco entram para a volta a portugal...

Pelises